segunda-feira, 22 de julho de 2013

A relação da humanidade com a Cannabis

A relação do ser humano com a cannabis remonta à nossa "saída do paraíso".

Entenda a "saída do paraíso" como o momento em que o homem adquiriu consciência. Desde então nós utilizamos a "Erva Sagrada" como remédio para um problema colateral do advento da consciência: a depressão.

Apesar de uma parte dos profissionais da medicina classificarem a depressão como doença, na verdade ela não é. A depressão é uma condição que se manifesta pelo estado de consciência. 
Todos os seres humanos passaram, em algum momento de suas vidas, por um quadro depressivo, com maior ou menor intensidade. Mas todos sentirão seu peso.

Assim como a depressão foi o primeiro mal detectado por nós, a cannabis foi o primeiro remédio que usamos, exatamente para tratarmos a condição depressiva.  Dali em diante descobrimos centenas de utilidades medicinais da Erva.

Como seu uso medicinal remonta de milhares de anos, através de incontáveis gerações, muitos de nós (acredito me incluir neste grupo) temos predisposição genética para a cannabis.

Eu diria que temos um apelo inconsciente para a automedicação com a "Planta Sagrada": uma atração natural, pois nos sentimos bem com ela, nada mais que isso.

Para corroborar este raciocínio, devemos dizer que não existe uma pesquisa séria que comprove a dependência quimica e física da maconha.

O mais antagônico no processo de embargo da cannabis é que o ato de se fumar um baseado é o único modo que não é verdadeiramente proibido do uso da planta, porque as outras 25.000 maneiras de consumo o são.

Não podemos ter uma roupa de cânhamo (termo industrial da cannabis), ou cordas, óleo comestível ou combustível, papel e papelão... Nada disso temos condições de encontrar no mercado, porém, uma porção de maconha para se fumar, podemos encontrar em qualquer bairro de qualquer cidade.

O mais incrível é que mesmo que a pessoa seja presa e condenada, ela poderá continuar fumando a Erva.

O juíz pode prender o sujeito, mas não tem o poder de proibir o uso.



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